segunda-feira, 13 de Abril de 2009
Para não me prender,
Fui para liberdade noutra prisão,
Tive de me esconder,
Para que não me encontrassem,
Longe do que fui,
Do que era,
Do que serei…
Mas a máscara está solta
Quero fazê-lo cair…
Mas não comigo,
Tirem-ma…
Ninguém o faz.
Claro.
Para ninguém me ver
Rio,
Para me esconder…
Sou nuvem,
Ou quis ser céu,
E conhecer a lua,
Então tornei-me maior…
Maior do que alguma vez fui…
O céu ficou pequeno,
Mínimo…
Já ninguém o via
A dada altura
Já ninguém sabia do que era o céu…
Quem era a nuvem…
Onde estava o ar…
Eu deixei de ser quem era …
O céu…
Caiu em cima do chão…
Bruna Daniela cunha carvalho
7º c Nº 7
Biografia de Miguel Sousa Tavares
Miguel Andresen de Sousa Tavares (Porto, 25 de Junho de 1952 ) é um jornalista e escritor português.
Filho da poetisa portuguesa Sophia de Mello Breyner Andresen e do advogado Francisco Sousa Tavares, começou a sua vida profissional pela advocacia, que abandonou em favor do jornalismo, de onde passa para a escrita literária. Tem uma obra diversificada, essencialmente marcada por crónicas e reportagens, mas fez já outras digressões literárias, nomeadamente com a publicação de um livro infantil, de vários contos e do romance Equador, um best-seller em Portugal durante 2004 e 2005. Em 2007, publicou seu segundo romance, "Rio das Flores", numa tiragem de 100 mil exemplares.
Colabora actualmente com o jornal Expresso, com a estação de televisão TVI, onde é comentador. Contribui também, semanalmente, para o jornal A Bola onde escreve uma coluna com o nome "Nortada".
Bibliografia
Equador, Oficina do Livro, 2003
[Anos Perdidos][1], Oficina do Livro, 2001
[Não Te Deixarei Morrer, David Crockett] [2], Oficina do Livro, 2001
[Sul, Viagens][3], Oficina do Livro, 2004 (Edição Ampliada)
O Segredo do Rio, Oficina do Livro, 2004
Um Nómada no Oásis, Relógio d'Água Editores
O Dia dos Prodígios
[O Planeta Branco][4], Oficina do Livro, 2005
Rio das Flores, Oficina do Livro, 2007
sábado, 21 de Março de 2009
Queria apenas sonhar...
Percorrer o mundo inteiro e brincar…
Conhecer aquelas partes do mundo que jamais poderei conhecer, viajar com um papel e uma caneta na mão e descrever…
Descrever aquelas paisagens maravilhosas, aqueles montes e vales que nunca esperava ver… Ver a meu lado nuvens a passar e poder saltar para cima delas sem medo de poder cair. Voar nas asas de um passarinho e sorrir... sentir a brisa a bater no meu rosto suavemente e suspirar… Queria apenas sonhar noutro lugar!
Sandra Rodrigues 8ºB
Quadras vencedoras do concurso "Dia dos Namorados"
Soma a tua alegria,
Subtrai a tua dor,
Multiplica os teus amigos,
Nunca dividas o teu amor!
Liliana Lages, nº15, 6ºF
Vencedoras do 3º ciclo
Não chores, não chores,
Não te quero ver chorar,
Se continuas assim...
Ainda te deixo ficar!
Joana Manuela, nº18, 7ºC
Saudade, lágrima perdida,
Tantas vezes adiada...
Numa esperança escondida,
No vazio do nada.
Estela Pereira, nº7, 7ºE
Dia do Pai
Companheiro de uma vida,
da qual não sendo o autor,
me ensinaste a viver
qual bússola orientadora
na busca da felicidade.
Pai!
Porto de abrigo
dos meus dias de tempestade.
Quando há falta de esperança,
surges como luz reveladora
na indicação do meu caminho.
Pai!
Guardião de sentimentos.
Tudo em ti irradia amor,
desde o mais pequeno gesto
à mais sublime das obras.
Pai…
Para ti todos os dias são especiais
e este, apenas mais um
do pai que não é meu
mas das filhas que me deu.
Lucília Sampaio
domingo, 1 de Março de 2009
Conto vencedor do Concurso Contos de Natal
Esta história passa-se em pleno mês de Dezembro num país muito longínquo onde a guerra faz parte do dia-a-dia dos seus habitantes.
Debaixo do sol quente do Iraque, regressavam à base dois grupos de militares portugueses depois de mais uma ronda de vigilância, quando avistaram uma criança sozinha na beira da estrada.
Pararam e com cuidado aproximaram-se da criança, rapidamente perceberam que esta pobre criança estava só no mundo e levaram-na para a base.
Alimentaram-na e trataram-na, em pouco tempo aquela criatura tornou-se essencial no dia-a-dia dos soldados, acabando por ficar mais tempo com eles do que seria aconselhável.
O Natal aproximava-se e como é uma época alegre ninguém teve coragem de dizer ao menino que teria de se ir embora. Apesar de não lhe dizerem, Rajá, sabia que teria de se ir embora.
Então todos juntos decidiram contribuir para uma causa nobre, construir uma casa para o pequeno Rajá.
Cada soldado tirou parte do seu subsídio de natal e facilmente conseguiram não só uma casa mas também uma televisão, mobília, frigorifico, etc.
Nunca mais Rajá precisará de dormir na rua.
Rajá ,em plena quadra natalícia, estava triste pois ia ter de abandonar a base.
Depois da despedida e da saída da base Rajá foi dar uma volta à cidade mais próxima, e pelo caminho viu uma jovem linda e elegante chamada Deborah. Deborah e Rajá deram-se muito bem acabando por namorar. Passados alguns anos, Rajá, já um homem feito, decidiu vir viver para Portugal.
Os dois casaram no dia de Natal e como sobrou muita comida eles decidiram doar o que sobrou a uma associação de crianças abandonadas e assim proporcionaram um natal feliz aquelas pessoas.
Deborah e Rajá tiveram filhos e passaram muitos e muitos natais felizes-
Rita Ferreira nº4 7ºD
Poesia - Amizade
O Amigo mais apreciado
Fala sempre com doçura
Com bom senso e candura
Quando te sentes cansado
A Amiga mais sincera
Faz-te rir quando precisas
E sorri mal a divisas
E nada de ti nunca espera
Os Amigos do nosso Coração
Falam sempre a verdade
Partilham da nossa Felicidade
Vivem connosco a emoção
E quando partem são a razão
De sentirmos tanta saudade
Bruna 7º C
